MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Comandante do Exército diz que uso de militares na segurança pública é 'perigoso'

Comandante do Exército diz que uso de militares na segurança pública é 'perigoso'

General Eduardo Villas Bôas afirmou ainda que esse modelo é 'desgastante e inócuo'. Militar defendeu no Senado que uso dos decretos de 'garantia da lei e da ordem' seja repensado.
Por G1, Brasília

22/06/2017 14h15  Atualizado há 18 horas

Convidado para uma audiência pública em uma comissão do Senado, o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, afirmou nesta quinta-feira (22) que o uso de militares em atividades de segurança pública é "desgastante, perigoso e inócuo". O oficial defendeu que o uso deste modelo, por meio de decretos presidenciais, seja repensado.
Villas Bôas participou na manhã desta quinta de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado. Ele foi convidado para falar sobre questões ligadas à soberania nacional e aos projetos estratégicos do Exército.
Ao iniciar sua fala, um dos pontos que o general abordou foi a utilização dos decretos presidenciais de garantia da lei e da ordem para autorizar o emprego de militares em atividades de segurança pública. Ele ressaltou que, internamente, esse recurso "causou agora recentemente alguma celeuma".
"Nós não gostamos desse tipo de emprego. Não gostamos", disse o general aos senadores.
O artigo 142 da Constituição – que trata das Forças Armadas – prevê o uso de tropas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica por ordem do presidente da República nos casos em que há o esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem.
Segundo o Ministério da Defesa, de 2010 a 2017, foram realizadas 29 ações de garantia da lei e da ordem. Entre essas ações estava a segurança de grandes eventos, como a Copa do Mundo, a Copa das Confederações e a Olimpíada.
Os militares também foram às ruas nos últimos anos para conter ondas de violência pública. Entre os locais que as Forças Armadas atuaram está a ocupação da Favela da Maré, no Rio de Janeiro.
"Eu, periodicamente, ia até lá [Favela da Maré] e acompanhava nosso pessoal, nossas patrulhas na rua. E um dia me dei conta, nossos soldados, atentos, preocupados, são vielas, armados, e passando crianças, senhoras, pensei, estamos aqui apontando arma para a população brasileira, nós estamos numa sociedade doente", relatou o comandate do Exército.
"Lá [na favela da Maré] ficamos 14 meses. No dia em que saímos, uma semana depois, tudo havia voltado ao que era antes. Temos que realmente repensar esse modelo de emprego, porque ele é desgastante, perigoso e inócuo”, complementou Villas Bôas.
Protesto em Brasília
No final do mês passado, gerou polêmica no país o uso das Forças Armadas para atuar na segurança de prédios públicos federais após uma manifestação de centrais sindicais, na área central de Brasília, terminar em atos de vandalismo.
Em meio ao protesto na Esplanada dos Ministérios, grupos com rostos cobertos – armados com paus, pedras – atearam foro em alguns prédios. Lixeiras, placas de trânsito também foram arrancadas pelo caminho.
A polícia usou gás lacrimogênio, gás de pimenta e tiros de borracha para conter os vândalos, mas não conseguiu disperçar os manifestantes que tentavam depredar os ministérios.
No momento em que os atos de vandalismo pareciam ter fugido do controle, o presidente Michel Temer assinou um decreto da Garantia da Lei e da Ordem autorizando o uso de tropas federais para proteger o Palácio do Planalto e as sedes dos ministérios.
Com isso, centenas de militares desembarcaram armados na Esplanada do Ministérios e ocuparam a fachada dos principais prédios públicos.
A medida gerou polêmica, especialmente, no Congresso Nacional. Assim que foi anunciado o envio dos militares para a área central de Brasília, deputados da oposição questionaram duramente o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em razão de o governo ter atribuído a ele o pedido para que as tropas federais fossem usadas nas ruas da capital federal.
Na ocasião, Maia desmentiu o Palácio do Planalto, explicando que havia pedido a Temer apenas o emprego da Força Nacional, e não das Forças Armadas.
No dia seguinte, diante da repercussão negativa do uso dos militares, Temer revogou o decreto que havia autorizado a ida das Forças Armadas para a Esplanada dos Ministérios.

Economia de compadrio – interferência humana na lei natural do livre mercado


Economia de compadrio – interferência humana na lei natural do livre mercado

Ronaldo Carneiro*

 Políticos e burocratas, algumas vezes bem intencionados, buscam estimular o comercio com exterior ou setores do mercado doméstico. Com isto criam instituições financeiras visando exportação/importação e bancos de desenvolvimento domestico.

Isto significa nada mais que uma bolsa empresário, mas acima de tudo, permite empoderar políticos e burocratas para fazer beneficio com dinheiro publico. Captam recursos de muitos para destiná-los a poucos amigos do rei – prática anti democrática por excelência, sempre com a legitimidade conferida por tecnocratas de conceito distorcido/duvidoso ou mal intencionados. Esta prática não acrescenta em nada a capacidade de investimento, apenas concentra nas mãos de poucos além de empoderar políticos – isto não tem nada a ver com economia mas tudo a ver com manutenção de poderAlgum tecnocrata resiste ao telefonema do poderoso de plantão indicando empresários para serem beneficiados com esta bolsa empresário? Gráficos, planilhas, cálculos são preparados com rapidez para justificar o empréstimo – campeões nacionais amigos do rei criam um desbalanceamento na competição de mercado, pela indevida interferência humana no livre mercado.

Certamente agencias de desenvolvimento, não instituições financeiras, tem um importante papel a desempenhar na organização de investimento para infraestrutura. Significa captar recursos de todos para beneficiar a todos. Porem, político prefere ser credor de favores para iniciativa privada que são financiadores de suas campanhas – captam recursos de todos para beneficiar os amigos do rei. Esta prática é tão descarada que bancos ficam conhecidos como “banco da Boeing” ou demais beneficiários. Ao interferir na iniciativa privada, cria-se uma distorção enorme na economia de mercado, tecnocratas que conferem legitimidade a estas opções definitivamente não conhecem o potencial distributivo do mercado.

Desastre semelhante ocorre com legislação que obriga recolhimento compulsório de impostos sindicais, viabilizador de toda uma estrutura arcaica e lideres sindicais forjados pela compra de votos para manutenção de poder trabalhista.

Outro desastre econômico são os setores que definem seus próprios salários gerando uma distorção enorme na economia. Esta prática consegue desestabilizar planos salariais, mormente com o crescimento da estrutura burocrática, tanto no executivo, como no legislativo e judiciário. Estes setores, ao invés de definirem seus próprios salários, devem buscar referenciais na economia de mercado, que, verdadeiramente, flutuam conforme a vontade coletiva e a justa contribuição de cada um para a sociedade.

Empresas estatizadas constituem uma reserva de mercado para empoderar políticos. De nenhuma eficácia econômica mas de toda eficácia politica. Argumento mais comumente usado é o nacionalismo, como se economia tivesse nacionalidade, como se as leis econômicas conhecessem fronteiras geográficas – definitivamente a economia não estuda geografia!!! Defensores da estatização não são ideólogos de direita nem de esquerda, são ideólogos do atraso.

Aliás, interferência do governo na economia é sempre, sem exceção, um desastre, viabilizadora do capitalismo de compadrio. Urge separar economia de politica.

Economia de mercado num novo pacto social, priorizando nutrição, saúde e educação é remédio infalível para pavimentar as estradas do desenvolvimentoMais Mises, menos Keynes, mais liberdade menos governo.

Cordialmente
Ronaldo Campos Carneiro – junho/2017
EGD 2008-9 – Distrito 4530 – Brasília – DF

Sobre o autor: Ronaldo Campos Carneiro é engenheiro de produção, ex professor da USP/PUC. Ex negociador de projetos do Brasil com Banco Mundial e BID. Foi executivo -CEO - de empresa privada na área de café e maquinas de café.

Quantitativo de Servidores Federais da União

"A doença do Brasil está predominantemente no setor público" 
(Roberto Campos).

Prezados Senhores

Abaixo o verdadeiro crescimento do Brasil e os ingênuos acreditam em futuro para esse país esquizofrênico.


Nos períodos dos governos Lula e Dilma/Temer (2003/2016) houve um crescimento no quantitativo de pessoal na União (Executivo, Legislativo e Judiciário) de 313.420 servidores. 

 

 

Quantitativo de Servidores Federais da União (Ativos, Aposentados e Pensionistas) – Fonte MP


Base: Ano de 2016

*Variação: Dezembro de 2010 em relação a Dezembro de 2002
**Variação: Dezembro de 2016 em relação a Dezembro de 2010
Poder
Dezembro/02
Dezembro/10
*Variação
Dezembro/16
**Variação

Executivo Civil

1.131.842
1.248.375
116.533
1.346.699
98.324
Executivo Militar
583.077
625.658
42.581
663.032
37.374
MPU
7.391
10.487
3.096
20.508
10.021
Judiciário
102.809
141.943
39.134
141.340
(603)
Legislativo
30.847
35.018
4.171
35.533
515
FCDF
180.808
146.688
(34.120)
143.082
(3.606)
Total
2.036.774
2.208.169
171.395
2.350.194
142.025
FCDF – Fundo Constitucional do Distrito Federal.

No governo Lula (2003/2010), comparando com dezembro de 2002, houve aumento do efetivo da União da ordem de 171.395 servidores: Legislativo aumento de 4.171; Judiciário aumento de 39.134; Executivo Militar aumento de 42.581; Executivo Civil aumento de 116.533; MPU (Ministério Público da União) aumento de 3.096 e FCDF redução de (34.120).

No governo Dilma/Temer (2011/2016), comparado com dezembro de 2010, houve aumento do efetivo da União da ordem de 142.025 servidores: Legislativo aumento de 515 Judiciário redução (603); Executivo Militar aumento de 37.374; Executivo Civil aumento de 98.324; MPU (Ministério Público da União) aumento de 10.021 e FCDF redução de (3.606).

No período dos governos Lula e Dilma/Temer (2003/2016) houve um crescimento de pessoal na União (Executivo, Legislativo e Judiciário) de 313.420 servidores.

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

Ricardo Bergamini
(48) 99636-7322
(48) 99976-6974

Entendendo a extrema esquerda e seu ataque contra o Breitbart e o BarbWire: a perversão gay, encoberta e pública

Entendendo a extrema esquerda e seu ataque contra o Breitbart e o BarbWire: a perversão gay, encoberta e pública

Link deste artigo: http://bit.ly/2swU8E8
Julio Severo
Breitbart e BarbWire foram acusados de serem “homofóbicos.” Sei o que é isso, pois estou acostumado com tais ataques. Between The Lines News, uma publicação gay no estado de Michigan, nos EUA, fez uma seleção na última semana (em sua publicação impressa e online): “Criatura Asquerosa da Semana: Julio Severo.” (Originalmente publicado em sua versão impressa em 15 de junho de 2017, Edição 2524, Between The Lines News.)
Sua razão para nomear Julio Severo uma “criatura asquerosa”? Between The Lines News disse:
“Num artigo de 12 de junho no Barbwire, um site em homenagem à sua capacidade exclusiva de fazer o cérebro de uma pessoa pensante sangrar, Severo escreve: ‘O movimento homossexual se tornou ativo no Brasil por efeito cultural direto dos EUA, inclusive suas políticas e Hollywood.’”
A página homossexual americana de Facebook “Pride USA” (Orgulho EUA) postou: “Creep of the Week: Julio Severo,” que traduzido significa “Criatura Asquerosa da Semana: Julio Severo.” (Link: http://archive.is/LEI72)
Se a acusação de Between The Lines News é local e alcança só pessoas em Michigan, outros ativistas homossexuais asseguraram que Julio Severo e outros “extremistas direitistas” não escapem da atenção nacional e internacional.
Num artigo intitulado “Reading the Far Right: Homophobia, Veiled and Overt” (Entendendo a Extrema Direita: Homofobia, Encoberta e Pública), The Advocate focou em Breitbart e BarbWire e seus colunistas. Breitbart e BarbWire são sites proeminentes entre conservadores americanos.
The Advocate é a maior revista gay dos Estados Unidos e é, em suas próprias palavras, a “Principal Fonte Mundial de Notícias para o Público LGBT.”
Há um movimento de extrema direita “homofóbica” nos Estados Unidos? De acordo com The Advocate, o Breitbart e o BarbWire são dois exemplos de extremismo direitista americano.
O problema que The Advocate vê em Breitbart:
“O Breitbart, que afirma não adotar a homofobia (essa afirmação é questionável, e certamente é cheia de transfobia), está fazendo o argumento de que o movimento de direitos LGBT costumava ser bom, mas decaiu, virando insanidade esquerdista.”
The Advocate também disse:
“A conversão da parada do orgulho gay na cidade de Los Angeles em marcha anti-Trump no domingo marcou o fim concreto do movimento de direitos gays,” escreveu Joel B. Pollak, editor sênior no Breitbart. “Outrora, o movimento de direitos gays defendia a tolerância: daí a bandeira do arco-íris, que é um símbolo não só de orgulho, porém também de aceitação. Mas a mensagem no domingo foi que conservadores lésbicos, gays, bissexuais, transgêneros e queer (LGBTQ) não são bem-vindos nesse espectro — e estão, aliás, ajudando o inimigo.”
Pollak argumentou que o movimento mudou “de uma força para libertação para uma ferramenta de repressão.”
A postura do Breitbart, de defender homossexuais supostamente “conservadores” que não são bem-vindos no movimento homossexual, não é conservadora ou mesmo cristã. Mesmo assim, The Advocate deu um jeito de encontrar “muita homofobia pública” em sua “leitura da mídia de extrema direita” — o Breitbart!
The Advocate tem muita dificuldade de acusar o Breitbart de ser de “extrema direita,” se isso significa “conservador extremo,” pois um dos ex-editores do Breitbart, Milo Yiannopoulos, é assumidamente homossexual.
O Breitbart teria muita dificuldade de se rotular como conservador, pois o conservadorismo americano genuíno, principalmente o conservadorismo evangélico (que é o conservadorismo mais predominante nos EUA), não vê nada de conservador no homossexualismo.
A ideia do Breitbart de que o movimento de direitos LGBT costumava ser bom é absurda. Desde os dias de Alfred Kinsey, que tinha intenções maliciosas e ajudou o movimento homossexual mais de 60 anos atrás com seus “estudos” sexuais maliciosos (e seu embuste de “10 por cento da população são homossexuais,” expostos como exagerados pela Dra. Judith Reisman), intenção maliciosa é parte integral do histórico da agenda gay. Então o Breitbart está terrivelmente enganado acerca de sua opinião sobre a homossexualidade.  
Qual é então o problema de The Advocate com o BarbWire?
The Advocate disse:
“Para uma olhada na ideologia da direita religiosa homofóbica e transfóbica, basta só uma visita ao BarbWire, que tem como objetivo oferecer uma cosmovisão bíblica. O BarbWire publicou uma coluna na semana passada escrita por Robert Oscar Lopez, apresentando o velho aviso de que os indivíduos LGBT estão resolutamente tentando ‘recrutar’ crianças.”
The Advocate está certo sobre o BarbWire oferecendo uma cosmovisão bíblica. Sem tal cosmovisão, não existe conservadorismo real. E, sim, o movimento homossexual está sempre espreitando crianças. Ou nos esquecemos de como eles ficam revoltados quando os pais tentam proteger seus próprios filhos contra a homossexualidade predatória?
Em 2013, a Rússia aprovou uma lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças e adolescentes. O inferno (Obama e seu Departamento de Estado maligno) se desencadeou em cima da Rússia. Houve revolta em massa de ativistas homossexuais nos EUA e Europa. A revolta deles fez parecer que a Rússia havia aprovado a pena capital para homossexuais.
Depois da proibição, The Advocate anunciou de modo sarcástico que sua Personalidade do Ano para 2014 foi Vladimir Putin, visto por Patheos, um site ateísta americano, como “o presidente horrendamente homofóbico da Rússia e um oponente assumido de tudo o que é pró-LGBT.”
Para ativistas homossexuais nos EUA e Europa, uma lei proibindo a propaganda homossexual para crianças equivale a matar homossexuais! O movimento homossexual não consegue se ver longe de crianças.
Até mesmo hoje, Putin é atacado só por causa dessa proibição. No domingo passado, uma das maiores paradas do “orgulho” gay do mundo em São Paulo representou, de modo debochado, Putin como “drag queen.”
Em 2014, quando participei de um evento pró-família no Kremlin, Moscou, os participantes americanos estavam temerosos porque os ativistas homossexuais dos EUA estavam pressionando o Departamento de Estado de Obama para investigá-los por causa de sua participação nesse evento. Afinal, a Rússia estava sofrendo sanções de Obama e seu governo esquerdista.
Não muito mudou. O Departamento de Estado de Trump aumentou as sanções de Obama contra a Rússia e reconheceu junho como Mês do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual, Transgênero e Intersexual (LGBTI) — continuando a tradição do Departamento de Estado de Obama.
O governo americano não mudou em sua defesa dos interesses homossexuais contra a Rússia, que tem mantido sua lei proibindo a propaganda homossexual para crianças.
O que foi que Robert Oscar Lopez disse que enfureceu The Advocate? Ele disse “que recrutar crianças para adquirirem a identidade LGBT, e então trancá-las nessa identidade, é fundamental para a sobrevivência da comunidade LGBT.”
Uma lei proibindo tal recrutamento é fundamental, mas as táticas coercivas homossexuais americanas, inclusive com assistência governamental, têm castigado a Rússia de forma implacável. Com tal atitude, o governo dos EUA claramente mostra que nunca vai proteger as crianças contra a homossexualidade predatória.
The Advocate também disse:
“Em outra coluna publicada pelo BarbWire na semana passada, o professor de teologia John Barber (não está claro se ele é parente de Matt Barber, fundador do site) afirmou que não existe tal coisa como cristão gay — até mesmo um indivíduo gay que se abstém de colocar em prática os desejos de mesmo sexo, ele disse, não pode ser um cristão real, pois Jesus teria removido esses desejos. ‘Sem a quebra do domínio do pecado, o quadro do cristão gay equivale à visão de um unicórnio,’ escreveu Barber.”
Esse conceito é rejeitado até mesmo por algumas denominações cristãs que não aprovam relacionamentos de mesmo sexo, tais como a Igreja Católica Romana e a Igreja Mórmon, que dizem que um indivíduo gay, lésbico ou bissexual pode ser fiel à doutrina de sua igreja permanecendo celibatário.
Pausa. Se a Igreja Católica realmente acredita assim, isso explica os números enormes de padres católicos homossexuais abusando de meninos! The Advocate acrescentou:
É também certamente contrário às experiências dos que se identificam como gays e cristãos. E algumas denominações cristãs grandes têm uma aceitação muito maior, com a Igreja Episcopal, a Igreja Presbiteriana dos EUA, a Igreja Luterana Evangélica nos EUA e outras oferecendo casamentos na igreja para duplas de mesmo sexo.
Ao que tudo indica, The Advocate ignora a palavra apostasia, que é guiada por uma cosmovisão maligna e doente. The Advocate ignora que o autor da apostasia e a aceitação da homossexualidade entre igrejas cristãs é Satanás e seus demônios. The Advocate também ignora que o Autor de toda condenação da homossexualidade na Bíblia não é o homem. É Deus.
Gosto muito da cosmovisão bíblica do BarbWire. Lamentavelmente, o Breitbart não tem tal cosmovisão.
A cosmovisão de The Advocate? Sua inspiração vem do mesmo autor que causa apostasia entre igrejas cristãs.
Além disso, The Advocate não se esqueceu de mim. Ele disse:
Oh, e ainda outro colaborador do BarbWire, Julio Severo, gastou uma coluna recente [veja o artigo em português neste link] denunciando fortemente o secretário de Estado Rex Tillerson por reconhecer junho como o Mês do Orgulho LGBT. E ainda que Trump não tenha feito uma proclamação oficial de Mês do Orgulho Gay ou agendado uma recepção para isso (como Obama fez todos os anos de sua presidência), Severo viu Trump como cúmplice da temida “agenda homossexual.”
“Os mesmos princípios homossexuais que guiaram a diplomacia dos EUA sob Obama agora guiam a diplomacia dos EUA sob Trump,” escreveu Severo “A única diferença é que enquanto Obama dava apoio verbal sobre esses princípios, Trump dá apoio tácito, permitindo que seu próprio governo fale por ele. Se o ditado ‘quem cala consente’ está correto, o ‘silêncio’ de Trump é uma mensagem.”
Oh, e por “princípios homossexuais” ele parece querer dizer a condenação da perseguição anti-LGBT no mundo inteiro. “Obama usava o governo dos EUA para conduzir o mundo, por seu mau exemplo, a aceitar o estilo de vida homossexual como normal,” Severo comentou. “Por apoio tácito ou explícito, o governo de Trump está conduzindo o mundo no mesmo mau exemplo.” Severo também deu credibilidade ao estereótipo estimulado por ódio de que os gays espreitam crianças.
Se condenei o Departamento de Estado de Obama por sua propaganda homossexual, por que eu deveria poupar o Departamento de Estado de Trump pela mesma propaganda?
Com relação a um “estereótipo de que os gays espreitam crianças,” o “conservador” gay Milo Yiannopoulos perdeu seu emprego como editor do Breitbart depois que seus interesses na pedofilia foram expostos.
Homossexuais, até mesmo homossexuais “conservadores,” têm um interesse especial em crianças. Yiannopoulos provou isso.
Se não houvesse nenhuma conexão entre homossexualidade e abuso sexual de meninos, a Igreja Católica não teria nenhum escândalo de padres homossexuais abusando de meninos.
Esta não é a primeira vez que The Advocate me ataca. Em 2011 The Advocate me criticou porque defendi uma criança e sua mãe biológica contra uma predadora homossexual. Você pode ler a notícia toda aqui: “Maior revista gay do mundo: nada de compaixão e tolerância para uma ex-lésbica e sua filha.”
Entretanto, qual é a razão de The Advocate para apresentar BarbWire e Breitbart como “extrema direita”? Uns 40 anos atrás uma publicação conservadora contratando o homossexual assumido Milo Yiannopoulos como editor seria vista como extremista de esquerda.
A cultura americana mudou e apodreceu tanto que os homossexualistas ficaram excessivamente exigentes. Quarenta anos atrás, você era rotulado de esquerdista e homossexualista se você tão somente apoiasse o “casamento” gay sem adotar todos os outros dogmas do evangelho homossexual.
Hoje, se você adota todos os dogmas homossexuais, inclusive sobre “casamento” e adoção de crianças por duplas gays, mas discorda de táticas homossexuais coercivas, você é rotulado de “extremista de direita,” “fascista” e “nazista.” Para a cosmovisão torpe de The Advocate, se você não apoia totalmente, em todos os pontos, a agenda gay, você não é amigo. Você é inimigo. Essa realidade é também aplicável a Trump, que tem deixado seu Departamento de Estado promover propaganda homossexual, mas ele discorda de táticas homossexuais coercivas. Trump virou inimigo não porque ele combate a agenda gay (que de fato ele não combate), mas só porque ele não está satisfazendo a todos os desejos dos homossexualistas e sua agenda.
Ainda que o Breitbart e Trump contratem milhares e milhares de cópias de Milo Yiannopoulos, Peter Thiel e outros homossexuais “conservadores,” The Advocate e outros ativistas da extrema esquerda continuarão acusando-os de “homofóbicos,” “extremistas de direita,” “fascistas” e, evidentemente, seu rótulo insultante favorito: “nazistas.”
A propósito, de acordo com o escritor e professor alemão Lothar Machtan, em seu livro “O Segredo de Hitler” (Editora Objetiva, 2001), Adolf Hitler era homossexual. Em seu livro “The Pink Swastika,” que significa “A Suástica Rosa” (Veritas Aeterna, 1995), o escritor Scott Lively argumenta que muitos líderes nazistas eram homossexuais.
Hitler e seu movimento nazista eram o que o movimento homossexual nos EUA é hoje. Opressivos, repressivos e ditatoriais. Mas eles acusam os conservadores reais do que os homossexualistas são.
Discordo da postura comprometedora do Breitbart contra a agenda gay e concordo com a postura bíblica do BarbWire, mas se para The Advocate “extrema direita” significa radicalismo contra os homossexuais e se o BarbWire e o Breitbart, que não matam homossexuais nem apoiam a matança deles, são de “extrema direita,” o que são a Arábia Saudita e outras nações islâmicas que matam homossexuais?
Se The Advocate está preocupado com radicalismo real contra os homossexuais, deveria fazer uma lista de nações islâmicas que matam homossexuais. Deveria pressionar Trump e seu Departamento de Estado a fazer com a Arábia Saudita e outras nações muçulmanas que matam homossexuais exatamente o que o Departamento de Estado de Obama fez com a Rússia e o que o Departamento de Estado de Trump está fazendo com a Rússia: sanções, sanções e mais sanções.
Contudo, Obama não teve tal preocupação. Trump também não tem. E o que The Advocate tem feito? Depois de condenar o BarbWire e o Breitbart, e poupar todas as nações islâmicas, The Advocate condenou a NRATV — o canal de vídeo online da Associação Nacional do Rifle — e outros canais conservadores por dizerem que um muçulmano cometeu o pior atentado terrorista contra homossexuais americanos — o massacre a tiros na boate gay Pulse em Orlando em 12 de junho de 2016.
Se não foi um muçulmano, quem foi? O BarbWire e o Breitbart? Julio Severo?
Para The Advocate, é impossível que muçulmanos sejam responsáveis por atentados terroristas contra homossexuais? Em contraste, é impossível que o BarbWire e o Breitbart não sejam culpados de “homofobia”?
Isso é insanidade e hipocrisia pura: Condenar o inocente e poupar o culpado!
Trump precisa entender o que Obama não entendia: a natureza intrinsecamente desonesta e nazista do movimento homossexual.
Ele precisa da cosmovisão do BarbWire, não da cosmovisão do Breitbart, guiando seu governo. E ele deveria impedir seu governo de fazer o que Obama fazia: ameaçar a Rússia por causa de sua lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças.
Putin está certo. A Rússia está certa. Uma lei que proíbe a propaganda homossexual para as crianças é necessária.
O BarbWire e sua cosmovisão bíblica estão certos. Uma lei proibindo o recrutamento de crianças para a identidade LGBT é fundamental.
No entanto, embora a Rússia sob Putin tenha implementado com êxito sua lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças, o governo de Trump e seu Departamento de Estado não têm dado nenhum espaço para implementar a cosmovisão bíblica conservadora do BarbWire para proibir o recrutamento de crianças para a identidade LGBT.
Trump precisa do BarbWire em seu governo. Se ele adotar o BarbWire e sua cosmovisão bíblica, The Advocate certamente o nomeará Personalidade do Ano.
Os cristãos conservadores o nomearão Protetor das Crianças para sempre!
A cosmovisão do Breitbart, que aceita a ilusão de uma homossexualidade conservadora, é insuficiente para derrotar a cosmovisão de extrema esquerda de The Advocate e sua perversão gay encoberta e pública. Mas a cosmovisão do BarbWire, que é bíblica, não de extrema direita, é mais que suficiente.
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