MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

O STF fez de nós pessoas melhores. Obrigado ministros!

O STF fez de nós pessoas melhores. Obrigado ministros!
19/10/2017


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Eu quero agradecer, em meu nome e em nome de todas as pessoas comuns, cidadãos simples do meu país como eu, pelas últimas decisões tomadas pelo nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal.

Sim, o Supremo fez de nós pessoas melhores do que pensávamos ser.

Quando olhávamos aqueles Ministros sob suas togas, com passos lento e decididos, altivos, queixos erguidos, vozes impostadas ditando verdades absolutas e supremas, envoltos numa aura de extrema importância e autoridade, nos sentíamos pequenos, minguados e reles plebeus diante de uma Corte que beirava o sublime, o inatingível e o intangível.

Com essas decisões o Supremo conseguiu fazer com que a minha percepção sobre mim e sobre nós mudasse. Eles não são deuses. São pessoas tão pequenas e tão venais, que qualquer comparação que eu faça de mim e de nós em relação a eles, seria desqualificar-nos a um nível abissal. Tudo aquilo é fantasia, tudo aquilo é pose e tudo aquilo não passa de um teatro, mas nós somos reais.

Foi aí que eu vi o quanto somos mais importantes que eles! Enquanto as divindades supremas encarnam seus personagens de retidão e lisura, mas com suas decisões abduzem a moral e destroem o país (e de quebra a reputação do Judiciário), nós brasileiros comuns e sem toga trabalhamos arduamente dia e noite para construir o país, ou pelo menos para minimizar os danos que 
 que eles provocam. 

Então... Como é que um dia eu pude vê-los como sendo superiores a nós? Eu estava enganado. Nós somos muito superiores a eles, mesmo sendo zés, joãos, marias, desde o pequeno ambulante ao médico ou engenheiro. Nós somos as verdadeiras autoridades, porque nossa autoridade não foi conferida por um político malandro capaz de tudo com uma caneta. Nossa autoridade nos foi dada pela nossa força de continuar tentando fazer um Brasil melhor.

Fico sinceramente com pena é dos advogados, que são obrigados a chamar esses ministros de Excelência, ainda que com a certeza de que não há excelência alguma nos serviços que eles estão prestando à nação. Acho que deve ser o mesmo sentimento de ser obrigado a chamar o cachorro do rei de "my lord".

Agora eu sei o quanto somos bem maiores que eles, mesmo sem aquelas expressões em latim e doutrinas rebuscadas cheias de pompas e circunstâncias, que no final significam apenas passar perfume em merda. Se há alguém realmente importante no Brasil, esse é o Excelentíssimo Povo Brasileiro, que apesar de tudo é obrigado a sentir o mau cheiro que vem da grande Corte, e mesmo com náuseas e ânsia de vômito, tem que acordar as 5 da manhã pra fazer aquilo que eles não fazem: Produzir.

Obrigado, Supremo, por nos mostrar que hoje o rei sou eu e o meu povo.

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Articulista

Parecer de um Procurador sobre Justiça e Vida Militar

Parecer de um Procurador sobre Justiça e Vida Militar

 O tema permanece atual, pois alguns integrantes do Ministério Público, da OAB e da mídia têm procurado contestar, por outros interesses, particularmente ideológicos.
 Grande abraço. Osório


 Parecer de um Procurador sobre Justiça e Vida Militar

Parecer pleno de virtudes em relação às tentativas de subverter a Disciplina e a Hierarquia das Forças Armadas por ações impetradas contra atos de Comandantes em suas decisões, à luz dos regulamentos disciplinares das Forças Armadas.

            =================================================================
 
A IDEAL COEXISTÊNCIA ENTRE A JUSTIÇA E A PECULIAR VIDA MILITAR
 
(Mário Pimentel Albuquerque, Procurador da República, em parecer constante do HC 2.217/RJ – TRF/2ª Região – Rel. Des. Federal Sérgio Correa Feltrin – j. em 25.04.2001).
 
A hierarquia e a disciplina constituem, por assim dizer, a própria essência das forças armadas. Se quisermos, portanto, preservar a integridade delas devemos começar pela tarefa de levantar um sólido obstáculo às pretensões do Judiciário, se é que existem, de tentar traduzir em conceitos jurídicos experiências vitais da caserna.
 
Princípios como os da isonomia e da inafastabilidade do Judiciário têm pouco peso quando se trata de aferir situações específicas à luz dos valores constitucionais da hierarquia e da disciplina. O quartel é tão refratário àqueles princípios, como deve ser uma família coesa que se jacta de ter à sua frente um chefe com suficiente e acatada autoridade. E seria tão desastroso para a missão institucional das forças armadas que as ordens de um oficial pudessem ser contraditadas nos tribunais comuns, como para a coesão da família, se a legitimidade do pátrio poder dependesse, para ser exercido, do plebiscito da prole.
 
Princípios democráticos são muito bons onde há relações sociais de coordenação, mas não em situações específicas, onde a subordinação e a obediência são exigidas daqueles que, por imperativo moral, jurídico ou religioso, as devem aos seus superiores, sejam aqueles, filhos, soldados ou monges.
 
Se o Judiciário, por uma hipersensibilidade na aplicação dos aludidos princípios constitucionais, estimular ou der ensejo a feitos como os da espécie, pronto: os quartéis se superpovoarão de advogados e despachantes; uma continência exigida será tomada como afronta à dignidade do soldado e, como tal, contestada em nome da Constituição; uma mera advertência, por motivo de desalinho ou má conduta, dará lugar a pendengas judiciais intermináveis, e com elas, a inexorável derrocada da hierarquia e da disciplina.
 
Da mesma forma que a vocação religiosa implica o sacrifício pessoal e do amor próprio – e poucos sãos os que a têm por temperamento – a militar requer a obediência incontestada e a subordinação confiante às determinações superiores, sem o que vã será a hierarquia, e inócuo o espírito castrense. Se um indivíduo não está vocacionado à carreira das armas, com o despojamento que ela exige, que procure seus objetivos no amplo domínio da vida civil, onde a liberdade e a livre-iniciativa constituem virtudes.
 
Erra rotundamente quem pretende afirmar valores individuais onde, por necessidade indeclinável, só os coletivos têm a primazia. Comete erro maior, porém, quem, colimando a defesa dos primeiros, busca a cumplicidade do Judiciário para, deliberadamente ou não, socavar os segundos, ainda que aos nossos olhos profanos, lídimo possa parecer tal expediente e constitucional a pretensão através dele deduzida.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Hidrelétricas a fio de água na Amazônia - Ambientalistas traidores da Pátria

Hidrelétricas a fio de água na Amazônia - Ambientalistas traidores da Pátria


Luiz J. Mendonça

09:54 (Há 4 horas)

Prezado Professor Marcos Coimbra.
Agradeço sua breve mensagem ao Ilustrícimo Cel. Gélio Fregapane elogiando minhas teorias sobre como salvar nossa querida Amazônia.
Estou escrevendo novo livro – “Amazônia – Um mar de água potável subterrânea”.
Pretendo provar esta tese. Há muito venho tomando conhecimento do subsolo de nossa querida Amazônia.
O rei Saúd, da Arábia Saudita, furou profundos poços no deserto em busca de água. Encontrou apenas petróleo, que fez sua riqueza e da nação Saudita.
Nossa Petrobrás, nas décadas de 1960/70, no governo dos militares, furou 241 poços profundos em busca de petróleo, encontrando apenas água.
Completando com outras regiões cujos poços jorraram apenas água, concluí que nossa Amazônia é um mar subterrâneo de água potável.
Apenas o Aqüífero Alter do Chão, recém descoberto por geólogos e estudiosos da UFPA – Universidade Federal do Pará está estimado em 86.000 km³ de água potável de primeira qualidade.
Mais uma vez meus sinceros agradecimentos por sua atenção.
Sinto-me honrado e feliz com sua importante opinião.
Um grande abraço com minha incondicional admiração.
Luiz José Mendonça.

Estou repetindo (corrigido) o que já postei na internet.

Caríssimos amigos patriotas.
Temos que defender nossa Amazônia, expulsando todos os estrangeiros que dela se apropriaram através de reservas indigenistas.
É preciso explorar com tecnologia suas riquezas, que só a nós pertence, e obter dividendos para reverter em pagamentos de nossos compromissos, assumidos por governos irresponsáveis, terminando com esse quadro de terror em que estamos vivendo com o governo do PT.
Somente assim, ficaremos livres de todas essas obrigações que nos levam mais de 200 bilhões de reais em pagamentos de juros ao ano, sacrificando a sociedade nas áreas da saúde, educação, segurança, impedindo simultaneamente nosso crescimento, o que vem causando terrível desemprego.
Não podemos aceitar que um ex-presidente da República, corrupto, que elevou as dívidas pública (que ele recebeu de seu antecessor, FHC, com 650 bilhões de reais, para quase 3 trilhões de reais, e a externa (que ele quitou com recursos do BNDS), aumentando a divida pública, que voltou e foi elevada para mais de 400 bilhões de dólares. O “esperto traidor da Pátria” sacou recursos com juros elevados aumentando a dívida pública e quitou a externa, cujos juros são baratos, sempre dando grandes prejuízos à nação, fazendo a maior propaganda eleitoreira, enganosa, de que ele foi o único Presidente da República que acabou com a dívida externa.
 Meu Deus, por que fomos contemplados com um indivíduo destes?
O ex-presidente Lula da Silva, com sua irresponsabilidade, incompetência e falsidade, gerou essa situação negativa, fruto de monstruosa corrupção, acompanhada de péssima gestão.
Este homem que causou todos esses prejuízos à nação brasileira que presidiu por 8 anos consecutivos, que doou áreas riquíssimas da Amazônia aos estrangeiros, através das homologações das “TI”, - (reservas indigenistas), que reconheceu perante a ONU, os “Direitos Universais dos Povos Indígenas”, que presenteou ditadores corruptos pelo mundo afora com grandes somas em dinheiro (só para Cuba foi mais de um bilhão de reais), não se importando com o sofrimento dos verdadeiros pobres de nosso país, que roubou e deixou roubar, porque é o chefe oculto do “Mensalão”, tem que ser processado por seus inúmeros crimes de lesa-pátria, sem falar nos 11 caminhões de mudanças da Empresa Granero, que foram lotados quando da rapina por ele praticada ao deixar o Palácio da Alvorada.
Seus bens têm que ser bloqueados pela justiça.
Tem que ser julgado, e se condenado, a cumprir pena em regime fechado.
Em qualquer país sério ele já teria sido executado no paredão.
Hidrelétrica de Belo Monte.
Conhecedor da magnífica região do Rio Xingu, onde a Hidrelétrica de Belo Monte, ao ficar concluída será, à “fio d'água”, ou seja, com pequeno reservatório, por pressão de ONGS estrangeiras e da traidora FUNAI, que querem a todo custo nos destruir, e que estão fazendo a cabeça dos índios para que impeçam a obra, cuja produção estimada, se for confirmada em 14.000 MW, terá o mesmo potencial da Itaipu Binacional, mas, que na época da estiagem, com seis meses de duração, cairá para apenas 3 à 4.000 MW.
Depois de quarenta anos (metade de minha existência) na Amazônia, em que lá permaneci voando por toda grande selva, em mais de 20.000 horas, atrevo-me a indicar três soluções:
1ª - Com o novo governo “patriota” (que espero seja o Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro) a partir de 2018, vai ser preciso acabar com todas essas ONGs criminosas ao nosso país. São em número de 100.000 (cem mil) na Amazônia, contra nem uma única sequer, no Nordeste brasileiro. 
Teremos que criar o "Ministério da Amazônia" com sua sede nas capitais, Manaus ou Belém, ou seja: na própria Amazônia.
Este Ministério terá que ser equipado com grande poder de fogo, na selva, no ar e nas águas e, com grande efetivo de homens treinados para combater em plena selva. Terá que ser comandado exclusivamente por militares. Comandará, assistirá, a todos os Pelotões especiais de Fronteira, existentes e mais os que serão instalados no novo governo.
Os que lá se encontram clandestinamente, traficantes, ongueiros, falsos pastores, antropólogos, bandidos de qualquer espécie, índios imigrantes passando-se por brasileiros, serão detidos e responderão por suas ações criminosas. Avisar ao mundo que não entrem mais em nossa Amazônia clandestinamente. A partir de agora quem entrar não sairá. No próximo governo haverá séria punição para bandidos. Os corruptos de agora, serão sumariamente exilados, para jamais retornarem.
2ª - Equacionar o problema indígena, com as terras que serão alagadas, construindo comunidades modernas em outras áreas, dentro das TIs já demarcadas, instalando-os para que passem a viver com dignidade, ao mesmo tempo, conscientizando-os de que sua cidadania é brasileira, assim como todos os demais. Fazê-los compreender que não são nações independentes, que sua Pátria sempre foi, e que é o Brasil. De que lhes adianta possuírem tantas terras para viver na pré-história em total ignorância e desconforto?Vamos colonizar as reservas indigenistas continuando com a miscigenação que sempre deu certo. Aprenderão trabalhar com máquinas agrícolas, e industriais. Viverão entre uma agropecuária avançada, aprendendo, estudando, tornando-se homens de valor, podendo constituir famílias, criar seus filhos como qualquer civilizado. Nossas Forças Armadas estarão sempre presentes mantendo nossa soberania, que não mais existe na região norte.
3ª - Construir mais duas barragens, com grandes represas interligadas à principal, por canais de concreto a céu aberto (em declive) cujas águas serão controladas por comportas. Funcionarão como estepe durante as estiagens, mantendo a Hidroelétrica em sua máxima produção de energia, também na época da seca. –

Luiz José Mendonça. – Continua.

Obs.: Luiz José Mendonça é piloto de avião aposentado e escritor. Entre suas obras, se destaca

LIVRO - VÔO NOS GARIMPOS DA AMAZONIA - LUIZ J. MENDONÇA ...

https://www.youtube.com/watch?v=kjjHKBeY98U

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Inventário de Marisa Letícia revela o invejável patrimônio do casal Lula da Silva

Inventário de Marisa Letícia revela o invejável patrimônio do casal Lula da Silva

Resultado de imagem para lula honesto charges
Charge do Son Salvador (Charge Online)
João Amaury Belem
Longe de mim fazer pouco caso com o trabalho desenvolvido pelos líderes sindicais e políticos, haja vista que qualquer que seja o trabalho ele sempre é digno. No entanto, o que diz a mídia brasileira e circula na internet é que o inventário da finada Marisa Letícia mostra que o casal Lula da Silva acumulou um patrimônio muito superior a R$ 12 milhões, porque a avaliação dos bens imóveis é com base no valor de aquisição e os investimentos estão fixados em fevereiro deste anos, sem o rendimento obtidos nos últimos oito meses.
É certo que muitos executivos de grandes empresas estabelecidas no Brasil não conseguem acumular patrimônio semelhante ao do casal Lula da Silva, cuja riqueza demonstra que este país faliu ética e moralmente há muitos anos.
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PATRIMÔNIO MILIONÁRIO DE MARISA LETÍCIA
Deu no site Jornal da Cidade
A relação milionária do patrimônio de Marisa Letícia Lula da Silva já está juntada nos autos de inventário em São Bernardo do Campo. Para quem nunca trabalhou, nunca recebeu herança e nunca ganhou na loteria, o patrimônio é assustador. Quase R$ 12 milhões de reais, sem contar os que porventura está no nome de ‘laranjas’ como Glaucos CostaMarques.
De qualquer forma, os advogados fazem uma ressalva de que não tiveram acesso a todas as aplicações financeiras. Com certeza é alguma ‘jogada’ para esconder os valores maiores, que no futuro deverão arrolar. De todo modo, vejam o que por ora foi declarado:
1 – Apartamento residencial no Edifício Green Hill, em São Bernardo do Campo. Valor: R$ 602.435,01
2 – Apartamento residencial, número 92, no Edifício Kentucky, em São Bernardo do Campo. Valor: R$ 179.606,73
3 – Apartamento residencial, número 102, no Edifício Kentucky, em São Bernardo do Campo. Valor: R$ 179.606,73
4 – Fração do Sítio Engenho da Serra, em São Bernardo do Campo. Valor: R$ 413.547,57
5 – Direito de aquisição de uma fração do Sítio Engenho da Serra, em São Bernardo do Campo. Valor: R$ 130.000,00
6 – Automóvel Ford Ranger 2013/2013. Valor: R$ 104.732,00
7 – Automóvel Ômega CD 2010/2011. Valor: R$ 57.447,00
8 – Conta-corrente no Bradesco. Valor: R$ 26.091,51 (posição de fevereiro/2017)
9 – Crédito junto à Bancoop referente a sua demissão do quadro de sócios. Valor: R$ 320.999,20 (posição de fevereiro/2017)
10 – 98 mil cotas sociais da LILS Palestras, Eventos e Publicações. Valor: R$ 145.284,91
11 – Poupança na Caixa. Valor: R$ 126.827,43
12 – Poupança no Itaú. Valor: R$ 21.438,70
13 – Poupança no Bradesco. Valor: R$ 2.946,69
14 – Aplicação financeira Invest Plus, no Bradesco. Valor: R$ 16.605,25
15 – Aplicação financeira LCA, no Banco do Brasil. Valor: R$ 98.378,89
16 – Renda Fixa, no Banco do Brasil. Valor: R$ 191.926,45
17 – Renda Fixa, no Banco do Brasil. Valor: R$ 52.709,96
18 – Renda Fixa, no Banco do Brasil. Valor: R$ 39.929,24
19 – Previdência Privada VGBL, no Banco do Brasil. Valor: R$ 7.190.963,75
20 – Previdência Privada VGBL, no Banco do Brasil. Valor: R$ 1.848.331,34
TOTAL: 11.749.806,36

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

INIMIGOS PÚBLICOS Nº 1, 2, 3, 4, ... por Percival Puggina

INIMIGOS PÚBLICOS Nº 1, 2, 3, 4, ...

por Percival Puggina. Artigo publicado em 06.10.2017

Todos os 210 milhões de brasileiros têm consciência de que sua vida pende do fio da casualidade. Basta estar no lugar errado na hora errada. Esta independe do que diga o relógio, aquele pode ser qualquer um. No entanto, parece passar despercebido o fato de que a totalidade dos quase 60 mil homicídios/ano no Brasil são praticados por criminosos fora das grades, soltos nas nossas ruas. As prisões estão lotadas e os homicidas em liberdade matam nessa proporção!
Aliás, se somarmos os homicídios cometidos por ano em toda a Europa, mais Rússia, China, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e acrescentarmos ainda alguns países do Oriente Médio, não se chega aos 59.080 homicídios intencionais ocorridos no Brasil em 2015, último ano com resultados consolidados pelo IPEA no Atlas da Violência 2017. É o maior número entre os países do globo! O terrorismo mata muito menos que a criminalidade nacional, a mais homicida do planeta.
Por outro lado, relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado em 2016 informou que 7,9% das pessoas entrevistadas no Brasil pela pesquisa Better Life Initiative reportaram terem sido vítimas de assalto nos 12 meses anteriores. Essa taxa é o dobro da média dos países pesquisados e sugere um número de ocorrências contra o patrimônio da ordem de vários milhões anuais. E ainda aparece gente para sustentar que temos presos em excesso! O que há no Brasil é um número inacreditável e intolerável de bandidos de todas as "especialidades" que precisam ser capturados, julgados, encarcerados e permanecerem presos até o cumprimento total de suas penas, para o bem da sociedade.
Estou falando dos inimigos públicos que atuam diretamente contra a vida e o patrimônio alheios. Mas a lista dos adversários da nossa segurança precisa acrescentar:
• os desencarceramentistas, para os quais, se a cadeia não reeduca, então deve abrir as portas;
• os bandidólatras (no dizer do excelente livro Bandidolatria e Democídio), para os quais os bandidos são agentes de transformação social e vítimas da sociedade, indivíduos dos quais não se poderia exigir outra conduta;
• os garantistas instalados no Poder Judiciário e em outras instituições e órgãos do Estado, que não se sentem comprometidos com a segurança da população, dado não ser sua função evitar que crimes ocorram, o que os faz moralmente responsáveis por muitos que poderiam ser cautelarmente evitados;
• os inimigos da redução da maioridade penal, que lacrimejam ante a simples possibilidade de que um brutamontes de 17 anos, estuprador e assassino, não seja tratado com as benevolências devidas a um reeducando em instituição socioeducativa;
• os defensores do desarmamento, manipuladores de estatísticas, maus leitores dos bons exemplos internacionais, acocorados no mundo da lua, exclamando que a terra é azul;
• os políticos alinhados ou influenciados por uma ou por todas essas correntes, que para nosso azar abandonaram o sistema penitenciário e a lei penal à própria sorte, criando o caos que serve esplendidamente aos criminosos;
• os defensores dos direitos humanos dos bandidos, sempre alertas para protegê-los ou a pranteá-los com enlevos e aconchegos maternais, jamais interessados nas inocentes vítimas de sua cupidez, violência e perversões;
• os inimigos ideológicos da atividade policial e da necessária repressão ao crime, corregedores avulsos de cada operação policial, responsáveis por muitas mortes de agentes da lei cujo gatilho tardou em ser acionado com receio da repercussão.
Todos, a seu modo, desservem à sociedade e ampliam, direta ou indiretamente, a insegurança de nosso cotidiano.
________________________________
* Percival Puggina (72), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

No IPCO: Força Aérea forte e organizada para enfrentar ameaças à integridade nacional

Posted: 04 Sep 2017 01:30 AM PDT
Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno, chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica falando no IPCO
Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno,
chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica falando no IPCO
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu em 20 de agosto último no Club Homs, situado na Avenida Paulista da capital bandeirante, uma brilhante conferência do Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno, chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica.

Abrindo a sessão, o Dr. Plinio Vidigal Xavier da Silveira, diretor do Instituto, recordou as anteriores conferências de representantes do Exército e da Marinha, as quais foram de grande proveito para o conhecimento das reais potencialidades dessas duas armas.

Mas faltava que um membro graduado da Aeronáutica discorresse sobre a capacidade de defesa aérea de que o Brasil dispõe, tendo em vista nossa enorme extensão territorial.

Para atender a esse anseio, o Instituto convidou uma grande autoridade na matéria, o Major Brigadeiro Damasceno, conhecido por sua competência e brilhante carreira, premiada com 32 condecorações.

Ele apresentou um histórico da força militar mais jovem — de 76 anos, fundada em 1941 —, dividindo-a em quatro gerações de 25 anos:
primeira, de 1941 a 1966, trabalhou na consolidação das bases e do sistema civil;
segunda, de 1966 a 1991, organizou o sistema de defesa e a indústria aérea com a Embraer;
terceira, de 1991 a 2016, estabeleceu o comando, o controle e a missão de interoperabilidade; e, por fim,
quarta geração, de 2016 a 2041, está realizando a operação conjunta e combinada.

Panorâmica do auditório
Panorâmica do auditório
O mais recente plano de defesa e manutenção da soberania — Dimensão 22 — compreende 12 milhões de km2 do território mais a plataforma continental, com outros 10 milhões de águas internacionais.

Esses 22 milhões são calculados em termos de volume, por incluírem a altura do espaço aéreo.

O brigadeiro Damasceno ressaltou que essa meta só é alcançável mediante virtudes como disciplina, patriotismo, integridade, profissionalismo e comprometimento. O lema da FAB — Asas que protegem o País — baseia-se nas ações Integrar – Defender – Controlar.

O Controle Aéreo — SISDACTA — conta com 174 postos em funcionamento 24 horas por dia, ao mesmo tempo em que nas bases de aviões de caça um piloto e um sargento mecânico estão de prontidão para um eventual voo de interceptação de tráfico.

Anualmente são detectados em média 1.500 tráficos ilícitos, em sua maioria irregularidades por falta de plano de voo.

Momento da palestra
Momento da palestra
Além de uma rede de radares, o brigadeiro Damasceno explicou os procedimentos observados nas detecções, especialmente na fronteira seca.

Depois da advertência vem o tiro de aviso e, por fim, o tiro de destruição, que só é acionado com autorização do Comandante da Aeronáutica por delegação do Presidente da República.

Projetando breves filmes, o conferencista mostrou as várias funções da FAB, os novos aviões de caça Gripen, adquiridos da Suécia, bem como os cargueiros KC 390, de fabricação nacional — os maiores aviões produzidos no hemisfério sul e com boas expectativas de exportação.

Um novo Satélite Geoestacionário para Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), de duplo emprego (civil e militar), foi lançado do Centro Espacial de Kourou, localizado na Guiana Francesa.

Após voar a uma velocidade da rotação da Terra, esse satélite permanece “estacionado”, supervisionando continuamente o espaço aéreo brasileiro.

O brigadeiro ressaltou que o orçamento da FAB corresponde a 3% da receita e que nas pesquisas de confiabilidade as Forças Armadas estão em primeiro lugar, acima das Igrejas.

Ele terminou sua exposição com chave de ouro, citando Otto von Bismarck (“Com leis ruins e funcionários bons ainda é possível governar; mas com funcionários ruins as melhores leis não servem para nada”) e Plinio Corrêa de Oliveira (“Civilização é a possibilidade que Deus dá aos homens de melhorar o rascunho que Ele mesmo fez”).

Nas perguntas foi levantado o perigo da Venezuela — que praticamente caiu sob o regime comunista — e, em consequência, uma eventual invasão pelo Norte do Brasil. Estaremos preparados para defender as nossas fronteiras?

O brigadeiro respondeu que as questões políticas são ligadas a outros Ministérios, mas garantiu que a diplomacia precisa de Forças Armadas fortes.

No final do evento foram sorteados livros difundidos pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Por sua vez, o brigadeiro entregou aos participantes da mesa uma bela medalha do GABAER (Gabinete do Comandante da Aeronáutica).

O encontro se encerrou com o tradicional coquetel e animadas conversas.


(Autor: Nelson Ramos Barreto)


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

O BRASIL À VENDA, por Nivaldo Cordeiro

O BRASIL À VENDA

por Nivaldo Cordeiro

03/09/2017


Nota do ex-ministro Bresser Pereira no Facebook (Ver aqui) com o título acima é pertinente pela pergunta que propôs, não pelas respostas que tentou dar. Bresser está cada vez mais esquerdista e nacionalista e perdeu o senso do real. Não apenas as empresas estatais estão sendo postas à venda, mas também empresas privadas de todos os tamanhos. Ocorre que as causas que determinam as privatizações são diversas daquelas que terminam a desnacionalização. No primeiro caso é porque é preciso estancar o processo de crescimento da dívida pública, que afinal também financia os ativos governamentais, além dos déficits. Vender ativos é a forma racional e eficaz de mostrar seriedade no trato das finanças públicas. Um país quebrado não pode ser dono de tantos ativos, muitos deles gerando resultados muito abaixo do que gerariam se estivessem sob administração privada.

O crescimento desenfreado da dívida pública levará fatalmente à desordem do Estado e da economia como um todo. É dever do governante se antecipar e impedir esse mal, que poderia arruinar o país por gerações, além de convidar toda sorte de populistas e aventureiros a se candidatarem ao posto de salvadores da pátria, que poderia cair nas mãos de algum delirante. O perigo político é real e se segue sempre à desordem econômica.

Já o setor privado está à venda porque é inerente a ele vender quando aparecem boas ofertas. Além disso o empresariado brasileiro está cansado de trabalhar para dar dinheiro ao governo e aos empregados. O risco jurídico de ser dono de empresa produtiva no Brasil é imenso e quem pode se livra da folha de pagamento.

Em ambos os casos nada de mal acontece ao Brasil enquanto país, enquanto comunidade. Suponha que a Eletrobras seja vendida, até mesmo para os chineses. Ela continua em solo brasileiro, operada por brasileiros e suprindo o mercado interno. Lembramos que a cada 100 reais faturado ela continuará pagando ao menos 40% de impostos, pois o governo é sempre o sócio maior nos resultados de qualquer empreendimento. Continuará sujeita à legislação brasileira e aos órgãos de controle brasileiro. Em resumo, nada muda, exceto que ela deixaria de ter ingerência política dos conhecidos grupos políticos que a parasitam desde sempre.

No caso das empresas privadas é mais singelo: nenhuma diferença faz o dono nominal. Tal e qual a uma empresa privatizada ela continuará a pagar impostos, gerar empregos e sujeita aos controles nacionais. Levantar bandeira nacionalista nesse caso é indigente. Bresser Pereira deveria se perguntar porque o grupo político do qual faz parte – PSDB e PT – transformou o Brasil em uma nação contrária ao empreendedorismo e perigosa para empreender.

A bela frase do inglês Samuel Johnson continua válida: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. O fato é que o Brasil se encontra numa sinuca e em um momento histórico da maior gravidade. A solução virá pela via do mercado – com a venda dos ativos, sim, para nacionais ou estrangeiros – pois a alternativa é o estatismo de triste memória. O nacionalismo à la Bresser é canto de sereia, é uma mentira política e um desastre econômico.